Wilson J. Bentley, perito em microfotografia, por mais de
um terço de século fotografou cristais de neve. Depois de haver fotografado
milhares desses cristais observou três fatos principais: primeiro, que não havia
dois flocos iguais; segundo: todos eram de extrema beleza; terceiro: todos eram
invariavelmente de forma sextavada. Quando lhe perguntaram como se explicava
essa simetria sextavada, ele respondeu: "Ninguém sabe senão Deus, mas a
minha teoria é a seguinte: os cristais de neve são formados de vapor de água
a temperaturas abaixo de zero, e a água se compõe de três moléculas, duas de
hidrogênio que se combinam com uma de oxigênio. Cada molécula têm uma carga
de eletricidade positiva e negativa, a qual tem a tendência de polarizar-se
nos lados opostos. O algarismo três, portanto, figura no assunto desde o começo.”
Como podemos explicar esses pontinhos tão
interessantes, as voltas e as curvas graciosas, e estas quinas chanfradas tão
delicadamente cinzeladas, todas elas dispostas com perfeita simetria ao redor
do ponto central?
Encolheu
os ombros e disse: "Somente o Artista que os desenhou e os modelou é que
conhece o processo."
Não seria então que o trino Deus, que modela toda a
formosura da criação, rubrica a própria trindade nestas frágeis estrelas de
cristal de gelo como quem assina seu nome em sua obra-prima?
Há no Antigo Testamento 21 (3 vezes 7) referências contendo o substantivo “neve”, e 3 no Novo testamento, 24 ao todo. Três referências que falam “da lepra tão branca como a neve”, três vezes a purificação do pecado é comparada à neve. Há mais três que falam de “roupas tão brancas como a neve”. Três vezes a aparência do filho de Deus compara-se à neve.
A maior surpresa é que a palavra hebraica SHELEG (NEVE), é composta inteiramente de algarismos três! É fato, embora não seja geralmente conhecido que, não tendo algarismos, tanto os hebreus como os gregos usavam as letras de seu alfabeto como algarismos. Bastava um olhar casual de um hebreu à palavra para ver que ela significa o número 333, bem como significa “neve” no hebraico. A primeira letra que corresponde à nossa “SH” vale 300; a segunda consoante “L” vale 30 e consoante final, o nosso “G” vale 3. Curioso, não é verdade? Mas porque não esperar exatidão matemática num livro plenamente inspirado, tão maravilhoso quanto o mundo que Deus criou?